I. Facultada a Palavra aos Vereadores. (Art. 123 RI)
Para o grande expediente, de acordo com o artigo 122 do regimento, a palavra está facultada aos vereadores. Algum vereador quer fazer uso da palavra? Passa a palavra para o vereador Onofre. Boa tarde, senhor presidente, colegas vereadores e vereadoras, todos aqui presentes. Para a vereadora Rozali, é o mesmo problema do ano passado que reclamamos aqui bastante, e continua o mesmo. Eu acredito que tem bastante gente que não está sendo atendida por esse carros-pipas, até nem porque o secretário não quer. É porque não tem como apenas três carros-pipas comandarem o nosso granito. Não tem como. Três carros-pipas para manter a situação dos agricultores de granito. Está atendendo alguns e outros não, porque infelizmente não tem como, o prefeito tinha que colocar mais carros. Em relação aos barreiros, encontrei muitos agricultores, o ano passado, me falaram, não vai ter a limpeza dos barreiros não, vereador Diga, vamos perguntar ao prefeito. Não, a gente perguntou, ele disse que o ano que vem começa. Já começou o ano e tem agora nada. Mas limpou alguns barreiros de rancharia, de alguns acordos políticos, limparam alguns barreiros. E outro problema que eu tenho em rancharia, é a questão de faltando medicamento, lá no PSF de rancharia básicos.
Estão faltando, e o prefeito, peço aqui mais uma vez, olhe para a rancharia com mais carinho. A rancharia hoje se encontra abandonada pelo poder público. Só o que tem lá, o que ele fez lá foi dar bastante emprego. Mas o medicamento básico está faltando no PSF. E mais uma vez, convido ele aqui na Câmara para a gente debater os problemas do município de granito. A gente convidou o ano passado todinho e ele não veio. E que esse ano ele venha. Muito obrigado, senhor presidente. Mais algum vereador quer fazer uso da palavra? Passa a palavra para a vereadora Rozali. Já que o Tofin falou em medicamento, eu aproveito as suas palavras, Tofin, para falar da falta de médicos. A gente, toda semana, falta médico no PSF. Então eu não sei por que essa falta de médico. Se tiver doente, coloque outro. Porque não tem condições das pessoas saírem da zona rural e chegar aqui e não ter médico. Outro assunto que eu fiquei super chateada foi um caso que aconteceu no Hospital de Granito.
Quando chegou uma pessoa, o doutor Ulisses fez um procedimento e quando chegou na Casa de Saúde para fazer um curativo, não quiseram fazer. Então isso é crime. Isso é uma falta de responsabilidade de um funcionário, de um servidor público, que está ganhando o nosso dinheiro, que a gente é quem paga, e chegar uma pessoa e não querer fazer um curativo. Então isso eu acho muito errado. Se você não quer trabalhar, não trabalhe. Fique em casa. Mas ainda bem que eu não acompanhei esse paciente. Porque se eu tivesse acompanhado, a coisa tinha sido diferente. Porque eu tinha chamado até a polícia. Mas eu espero que, eu sei que as pessoas muitas vezes querem emprego e não querem trabalhar, ou querem dar uma melhor do que todo mundo. Gente, quando você vai para um hospital, é porque você necessita. Não era possível você sair daqui para ir fazer um curativo lá em Serrita. Então, aqui fica a minha indignação. Que quem for funcionário, ou os superiores, procurem saber se estão trabalhando corretamente e atendam o povo, principalmente os pobres, Aurílio. O pobre, ele já vai com medo. Então, isso aconteceu e eu fiquei muito chateada com isso. Outra coisa, Fátima. Eu procurei Betinho. Não está mais de mês que esses carros estavam contratados, não. Se fez um mês, foi agora. Porque até um dia antes da posse, eu falei com Betinho. E Betinho disse que estavam tentando resolver, até os próprios vereadores iam falar com o prefeito para fazer isso, para contratar os pipas. Então, a senhora está desinformada, porque eu lhe provo como tem gente que não tem água. Agora o povo cansou, o povo está cansado de pedir e não resolver, e não pede mais. E vai pedir, sabe a quem? A mim, a Vanvan, a Tofin. Então, se está esse mar, essa maravilha, parabéns. Porque eu não estou sabendo disso, não. Se a senhora quiser, eu poderia encher essa casa aqui de gente que precisa de água. Mas, se acham que está certo, eu estou aqui pedindo pelo povo, eu estou falando pelo povo, não é para Rozali, não. Eu estou falando pelo povo, que vem procurar a gente.
Então, se vocês acham que está certo, que está todo mundo abastecido, parabéns. Eu, fica aqui a resposta no ar. Será que o povo está mentindo? Ou será que se o povo pedir, será que Betinho atendeu esse povo? Porque amanhã mesmo eu ligo para Betinho, ver se ele resolve, se realmente esses pipas, graças a Deus agora está bem melhor, porque tem onde pegar água, na região da Lagoa Nova aqui não tinha. Eu acho que todos os vereadores aqui são sabedores, que não tem onde pegar água nessa região nossa aqui, porque aqui nessas barragens estava tudo seca. Tem que pegar uma aqui em Edivan, em Lano, aqui nas Baraúna. Então, eu não sei agora se realmente esses pipas estão colocando água, mas vamos procurar saber, e eu vou perguntar se o povo está mentindo. E, às vezes, eu não acredito que o povo esteja mentindo, não. Mas amanhã mesmo eu resolvo isso. Eu vou falar com Betinho, e quando o povo vier me procurar, graças a Deus, como a senhora está falando, tem pipa, e vamos atrás. Outra coisa, Aurílio está no tempo já do projeto do reajuste dos professores. Os professores já estão precisando de ser reajustes, então eu acho que na próxima sessão, ou antes, deve ter aí uma extraordinária para votarmos o reajuste dos nossos professores. Muito obrigada, senhor presidente.
Mais algum vereador quer fazer uso da palavra? Passa a palavra para a vereadora Ana Maria. Respondendo aqui à colega, em relação à saúde, por fazer parte da saúde, a questão da falta de médico deve ter sido no PSF. Temos dois PSFs que trabalham com o mais médico. Eles só podem começar quando o sistema autorizar. O sistema não tem autorizado ainda, eu acredito que já voltou. Já deve ter voltado, porque aí já é uma questão do programa mais médico. Onde tem médicos contratados pela prefeitura, não faltou, diga assim, pelo PSF da gente. A gente sabe, Lagoa Nova e Rancharia, no momento estavam sem por conta dos mais médicos. A questão que a colega falou do curativo, realmente é um absurdo, a pessoa não pode voltar sem o atendimento, é um direito dele. Infelizmente, tem funcionários que não sabem repassar realmente a atual situação e o procedimento, porque, assim, curativo é no PSF que faz. Muitas vezes custa para o funcionário explicar à pessoa, não faz curativo no hospital, faz no PSF. Eu não sei o que essa funcionária ou não explicou, ou achou mais fácil dar um não. Infelizmente, a gente sabe que tem pessoas que acham mais fácil, não, não pode e não explica o porquê. Eu trabalhei há oito anos à frente de uma recepção no PSF e eu sempre tive esse cuidado. Eu sempre procurei me colocar no lugar do outro, principalmente as pessoas que chegavam mais vulneráveis daquele atendimento. E fico orgulhosa quando eu passo e as pessoas me pedem para voltar para lá. Isso é um sinal que foi positivo para mim e para o pessoal que eu convivi, que eu atendi. Então, muitas vezes a falta de informação causa essa turbulência.
E, assim, eu acredito que a pessoa não soube explicar onde era que era feito o curativo. Se disse que não ia fazer e não podia fazer, porque independente de quem tenha feito o procedimento, é um direito, é um direito do paciente, é um atendimento que não pode ser negado. Então, que a gente sempre possa estar corrigindo os erros e procurar melhorar. Em relação ao medicamento, eu acredito que, como sempre, depende de licitação. Não é fácil. Se tem licitação para comprar, não pode eu chegar na farmácia ali, comprar e colocar lá, não. Depende de uma licitação, depende de todo um protocolo. E é isso. São minhas palavras. Mais algum vereador? Passa a palavra para a vereadora Fátima. Eu falei aqui que os carros Pipa estão trabalhando, estão colocando água para o povo. Se tem alguém que não foi atendido, é porque não mandou o nome, CPF e endereço, que é o que está precisando. Então, se procurou o vereador, o vereador repassa para Betim, eu desafio o vereador que repassou o nome depois que os carros Pipa começaram a trabalhar, e essa água não chegou, venha, traga a pessoa, que a gente mostra que o Betim deixa as conversas tudo no celular dele, ele não apaga. Todos que pediram foram atendidos. Se tem máquina limpando açude, foi particular, na rancharia, foi pago.
Se o prefeito não começou ainda a limpar os barreiros, depois, quando ele vier aqui, ele vai explicar o porquê. Agora, é proibido o vereador mandar limpar um barreiro de um eleitor se for proibido, não sei. Senhores vereadores, vamos respeitar o regimento interno. A senhora vereadora Rozali, o senhor vereador Onofre, respeita o regimento interno. Precisamos de respeito ao regimento interno. Os senhores têm que ouvir a vereadora. Aí, se os senhores forem citados, eu cito aqui o artigo do regimento interno, passo a parte para os senhores, mas não vamos mutuar a sessão, viu? Precisamos de respeito, viu? Isso eu quero que respeite a sessão. Todos os vereadores, tanto de situação como oposição. O senhor não foi citado, o senhor tem que permanecer em silêncio. E Rozali também, permanecer em silêncio. Depois, quando for citado, peçam a parte que eu passo a palavra. Mas vamos deixar a vereadora se expressar, falar que a palavra está com ela. Aí, se tem prova, se o vereador tem prova que era máquina da prefeitura, aí, apresente a prova. Agora, eu acho que cada um aqui, vereador, pode fazer qualquer trabalho para o seu eleitor. Eu acho que pode. Qualquer um aqui pode pagar uma carrada d'água para um eleitor, pode limpar uma barreira de um eleitor, pode pagar um exame para um eleitor, pode pagar uma cirurgia para um eleitor. Eu acredito que não está fora da lei, não, porque você está para trabalhar pelo povo. E se o prefeito não fez, não está podendo fazer, então, se você pode, faça, ajude o seu eleitor. Ele não lhe ajudou porque você não pode ajudar ele. Essas são minhas palavras, senhor presidente. Muito obrigada. Mais algum vereador quer fazer uso da palavra? Passa a palavra para o vereador, Vanvan. Boa noite, senhores vereadores, senhor presidente Aurílio Lacerda. Boa noite a todos que estão aqui no plenário. Boa noite especial a todos, granitenses, que nos escutam pela Rádio Rio Brígida, pelas redes sociais. Bem, nós sabemos que essa questão de água não é de hoje, esse debate de água não é de hoje, que acontece. A situação em granito precária, continua precária, e assim vai finalizar dessa forma. Os agricultores, pequenos agricultores, aqueles comprando água para seus animais, aqueles comprando água para consumir também, e realmente a gente não vê um pingo de manifestação por esse prefeito que está aí hoje, que era legislador dessa casa, que tanto defendeu a causa aqui dentro dessa casa, e hoje não vem nem se manifestar em redes sociais para poder suprir a necessidade do nosso povo.
Eu venho observando, venho calado dentro dessa casa, sem falar, sem me argumentar muito, só vendo o município cada dia mais regredindo, cada dia mais. Uma gestão de um prefeito que deveria mostrar trabalho, deveria mostrar que está aqui para fazer por aqueles que precisam, que são os agricultores hoje, que estão precisando do nosso município, é de água, é de uma barragem de grande porte, porque nós sabemos que, além dessa seca, uma das maiores coisas que está acontecendo é os poços secando, senhores vereadores. Os poços estão secando. Então, quer dizer o quê? Que poço não vai resolver. O que vai resolver nossa situação aqui é uma barragem grande. E nada foi feito. Fizeram uma reforma no Mildinho ali, mas nós sabemos que o Mildinho não é um grande suporte para a granito, que é tanto que o Exército vai buscar água aqui, lá em Feitoria, daqui a uns 70, é mais, 80 quilômetros, se não me engano, ou 100 quilômetros que dá daqui para a Feitoria, para trazer uma carrada de água por dia, praticamente, dá para botar. Olha o tamanho desse gasto, enquanto se tivesse uma barragem de grande suporte aqui, para suprir nosso povo, para fazer pelo nosso povo, para suprir uma barragem grande aqui, dá para botar, vai, dez carradas de um caminhão-pipa por dia, dá para botar tranquilo e calmo, porque eu fui pipeiro e sei que dá para botar. E nada do prefeito se manifestar, nada de fazer nada.
Agora, interessante, festa, o rapaz é bom, o prefeito é bom de festa, é o povo passando, cede ele é o povo que recebe seu Bolsa Família, que já é muito pouco para suprir a necessidade para hoje pagar 300, 400 reais em uma carrada de água para colocar lá, porque sem comida vai, agora sem água não tem como passar. Pagar que aquele dinheiro do Bolsa Família que foi para comprar a água era para uma cesta básica para alimentar sua família. E nada está sendo feito, não vejo nada sendo feito. Me corrija qualquer vereador, defenda os prefeitos de vocês, que vocês votaram nele, defendam, porque se eu estiver errado, eu pago e assumo meus atos se eu estiver errado nessa questão de água, vocês que são situação. A gente vê também na área da saúde, o que é que está bom na área da saúde? Porque ninguém aqui não vejo vereadores da situação falando a questão que veio a fiscalização fechar o hospital. Ninguém, não vejo falar, ninguém veio falar, está aí o hospital, não foi fechado, por pouca sorte que não foi fechado. Vou encerrar a minha palavra, senhor presidente, logo, logo, na próxima sessão darei continuidade à minha fala. Muito obrigado. Mais algum vereador quer fazer uso da palavra? Passa a palavra para o vereador Júnior Leonel. Enquanto começar agradecendo a Deus por essas chuvas, essa chuva que deu, de 25 a 140 Milímetros, deu uma ajuda grande, o negócio estava mais feio ainda. E quero deixar bem claro aqui que, mesmo sendo vereador de situação, eu cobro, eu sou um dos vereadores que mais cobram, e vossas excelências são provas disso, porque meu nome está constantemente nas matérias, cobrando, estou constantemente trabalhando na saúde, cobrando, porque eu fui eleito pelo povo para defender o direito do povo, mas também o que está certo eu defendo, e o que está errado eu aponto também, não é só porque eu sou de situação que eu vou ficar aqui só em conversa, não.
Que isso fique bem claro, o povo de Granito sabe muito bem disso. A questão da água, graças a Deus, os pipas já começaram, sim, em alguns dias, quatro pipas, colocar água na zona rural, pode não resolver a princípio o problema completo, mas já é um grande avanço, eu tenho fé em Deus, que aos poucos vai se resolvendo a situação. É difícil para quem está com a cisterna seca, eu também recebo mensagem, e tenho procurado o secretário, então eu aconselho a todos que procurem também o secretário de agricultura, me procurem para pedir o zap também deles, você que está nos assistindo, porque eu passarei e cobrarei junto com você também. Com essa privatização da Compesa, quero deixar aqui bem claro que continuarei lutando, inclusive, conversei até hoje com o prefeito, para que chegue água aqui no sítio de Baraunas, com mais frequência, que passa muito tempo sem chegar a água da Compesa, e que chegue água também, que eu só vou sossegar quando todo o Granito estiver abastecido, chegue água também na torneira do povo de Lagoa Nova, porque tem os canos, só falta a água chegar. E eu só sossegarei quando todo o Granito estiver bem assistido em relação a isso. Segundo algumas informações, até o prefeito também falou, a porta de serviço lá da adutora do Negreiro está para sair pela governadora. Deus ajude que saia, vai melhorar muito a nossa situação hídrica aqui no nosso município.
Então, o povo de Granito pode ter certeza que tem nesse vereador um amigo, uma pessoa sincera, que não se esconde, que dá a cara a tapa para enfrentar, seja lá quem for, para defender o interesse do povo. Quero fazer só um registro aqui, para finalizar a minha fala, senhor presidente. Estive nesse último domingo lá no sítio Carnaúba, lá em Exu, prestigiando o 17º torneio, um grande torneio que é realizado lá todos os anos, lá pelos meus primos da família Bezerra. Um grande torneio, maravilhoso, grande premiação, bem organizado, o dia todo lá. Tive o prazer de me encontrar com a vereadora lá de Exu, Emanuela Saraiva, os secretários Alcimar e o secretário Fernando Miguel, e também o querido Bobo Vaqueiro, lá de Exu. Nossa querida Emanuela, a vereadora, a vereadora atuante, a vereadora sempre presente no cotidiano do povo de Exu. Então, aos senhores e senhoras, meu forte abraço, e até uma próxima oportunidade, se Deus nos permitir. Mais algum vereador quer fazer uso da palavra? Passa a palavra para o vereador Gabriel Duarte. Meu boa noite a todos que nos acompanham, que nos ouvem, aos novos colegas. A gente vê aqui os nobres vereadores citarem situações que, de fato, o município de Granito requer um cuidado, principalmente agora, nessa época de escassez. A chuva que falta e que são problemas que corriqueiramente acontecem. Mas não quer dizer que o município esteja estagnado, esteja parado, que esteja deixando de acontecer as ações.
Como foi citado, o carro-pipa, o carro-pipa, de fato, foi contratado. Existe uma sequência para ser cumprida, como a nobre vereadora Fátima citou. Precisa ser cumprido com a apresentação de documentos para comprovação, até porque é recurso público. Existe também a questão da limpeza de barreiros. Limpeza de barreiros, geralmente, a placa que está afixada é de um convênio, não de várias situações que podem acontecer de um plano que o governo possa fazer. Um convênio esse que foi de 2022, está sendo executado agora, foi executado, na verdade, em determinados locais. Eu não estou aqui com a relação, mas trarei para a próxima sessão. Desse convênio. Com Relação aos medicamentos, a gente sabe que quando o fornecedor de medicamentos é solicitado ao fornecedor, o fornecedor tem um prazo a ser entregue. E, às vezes, essa logística de entrega é de empresas de Santa Catarina, que acontece. Tem empresas aqui de Afogado de Ingazeira, mas da região próxima não tem. Não existe nenhuma empresa que vá fornecer, que participou do processo licitatório aqui próximo. E aí existe uma logística. Às vezes pode estar acontecendo isso. Na demanda de solicitação, uma empresa deixou de entregar, e aí, para isso, tem o setor da CAF, que faz o pedido e que faz essas solicitações. Na falta desse, como aí eu cito a vocês, eu procurei também saber isso. Existe empresa que está sendo penalizada por conta dessa não entrega. Pode ter acontecido isso? Pode. Mas a questão, justamente, que precisa da logística de entrega desses medicamentos. Pode estar acontecendo na falta, mas não pode deixar de fato acontecer. Quero aqui também registrar essa questão da água, que é muito importante, tanto na nossa cidade como para a nossa cidade. E aí faz com que toda essa nossa ação que a gente está aqui em busca. No ano passado tivemos uma solicitação de audiência, junto à Compesa.
A Compesa não nos atendeu. Existiram outras solicitações de audiências junto à Compesa, e ela não aconteceu, essas audiências, e a gente também está se esforçando. Qual é a ação que cada vereador pode fazer? Então, deixo aqui minhas palavras para a próxima sessão, continuidade desse debate. Senhoras e senhores vereadores, eu gostaria de fazer um comentário sobre vários itens que foram discutidos aqui, principalmente quando a vereadora Rozali falou na limpeza de barreiros. Não tem nenhuma placa aí no município de limpeza de barreiros. Tem placa de reforma de quatro barragens grandes. Foi a barragem do sítio Barrinha, a barragem do Angical, Nova Descoberta, e, se não me engano, uma lá no Minador. Então foram essas quatro barragens que foram limpadas. É importante que os vereadores possam fazer uma visita lá para ver a obra que foi executada, isso é importante. A questão dos carros-pipas. Nós temos hoje três carros-pipas agregados ao município, mais o carro-pipa da prefeitura e mais 11 carros do Exército. Os senhores vereadores citam assim como se o nosso município estivesse em um estado de calamidade pública, e não está.
Todas as águas que foram solicitadas, que chegaram ao secretário, foram colocadas. Então é importante que os senhores vereadores. Os senhores são de oposição, mas os senhores são fiscais. Os senhores podem ir à secretaria, levar a demanda e exigir do secretário que passe para que seja colocada a água para o povo. Porque os pipas estão aí agregados e os pipas do Exército não são só para as pessoas da situação, não. Eles são para toda a população, de granito. E a vereadora Rozali está ansiosa, a senhora, pelo reajuste do peso dos professores, como os professores também estão. Mas a medida foi... A semana passada, se não me engano, e eu acredito que agora, esse mês de fevereiro, venha o projeto para que a gente possa aprovar aqui nesse Parlamento. Então, é assim, senhores vereadores. Essa questão da água é uma questão crônica. Mas todos os vereadores têm um deputado.
Poderia solicitar uma emenda do deputado para cavar poços, que citaram muitos animais. O município não tem condição de colocar água para os animais. Os senhores vereadores também podem ir aos deputados, solicitar uma emenda para construir uma barragem grande. Nós, vereadores, podemos fazer isso. Nós podemos fazer isso. Não é só os vereadores da oposição, não, os vereadores da situação. Então, nós precisamos, aqui, nesse momento, unir forças. Forças para quê? Para que a gente possa melhorar a qualidade de vida do nosso povo. Hoje, o comentário é a seca, que vem atacando o nosso município, não só o nosso município, mas a nossa região. Então, é importante que todos os vereadores peguem um na mão do outro e vamos à luta, que a gente consegue, se não conseguir resolver 100%, mas a gente consegue amenizar tudo aquilo que a gente arrumar, mesmo pouco, mas já serve. Então, senhoras e senhores vereadores, com a graça de Deus, tivemos a primeira sessão ordinária do Poder Legislativo do ano de 2026. E, nesse momento, passo a palavra para a vereadora Rozali. A senhora tem seu direito, dois minutos do seu aparte, ninguém tira seu direito, não. Mas tenha paciência, deixa eu terminar a fala. Passo a palavra para a senhora. Obrigada, senhor presidente. Eu só quero responder à vereadora, Fatima, que não é obrigação de vereador estar pedindo pipa d'água, não. E nem obrigada a dar nada a ninguém. O papel do vereador é fiscalizar, é criar leis, é legislar aqui nessa casa. A gente faz alguma coisa, porque nós vemos o nosso povo sofrendo, Fatima. Então, a gente tem que correr atrás. Mas não é nossa obrigação, não. E, quando a gente vê isso, é porque o vereador tem a prefeitura. Quando ele tem a prefeitura, quando ele é do lado do prefeito, aí ele tem condições, ele dá o pipa d'água, ele não sabe quanto é um pipa d'água, agora nós sabemos, ele não sabe quanto é uma cirurgia, ele não sabe quanto é um frete de um carro. Às vezes até dizem, o frete é um carro. Mentira, é o carro da prefeitura, é o carro locado da prefeitura. E a gente sabe, às vezes quer fazer o povo de besta, mas o povo não são mais tão besta como estão pensando. Então, eu só quero lhe dizer, eu não vou pedir a Betim, eu mando o povo pedir. Agora, se ele não der, aí é problema dele. Mas eu, o Rozali, o vereador, a senhora disse aí que se o vereador, todos os vereadores que pedem, é atendido, menos eu, porque eu não vou pedir. Não vou de jeito nenhum. Eu posso dizer, Betim, como meu amigo, Betim, fulano está passando cede, como eu já pedi, já falei com ele, pedi, não, ó, fulano tem a garrada d'água, resolvo o problema. Mas eu não sou obrigada, e nenhum vereador aqui tem essa obrigação de fazer o que a senhora está dizendo. Muito obrigada, senhor presidente. Passa a palavra para a vereadora Fátima. Eu falei assim, que se a pessoa pede a água ao vereador, o vereador tem todo o direito de pedir o secretário para mandar a garrada d'água, passar os dados para o secretário. Agora, se a pessoa quiser, ela mesma passar os dados para o secretário, ela também pode, ela também pode. Agora, tem pessoas que querem pedir ao seu vereador. Peço uma garrada d'água para mim? Ana, Maria, peço uma garrada d'água para mim? Aurílio Lacerda, que eu vejo um monte de pedido que chega dos vereadores, Gabriel, todos aqui.
Então, vocês também podem pedir. Se o eleitor pediu a você e você não quer, e ele não quer ele mesmo ir, vá você e faça o pedido a Betinho. É como você falou, ele nunca negou a você. E assim, eu mando o meu carro, viajo com o povo, e eu não vou mandar um carro da prefeitura e uma viagem para uma pessoa e dizer que o carro foi fretado. Não, se é da prefeitura, ele está indo gratuito, é da prefeitura. Agora, se ele está indo em meu carro, a despesa é minha. E se uma pessoa pede uma cirurgia, uma ajuda para uma cirurgia, eu não vou pedir o prefeito, não. Se eu puder, eu dou, não é porque eu sou situação, não, que o dinheiro também vai sair do meu bolso. E eu também não posso usar só o meu salário para ajudar o povo, não. Eu trabalho também, eu tenho outras rendas. Então, eu posso ajudar também. Não é só tudo de prefeitura, de prefeitura, que a gente também tem o salário da gente, que a gente pode ajudar o povo. Muito obrigada, senhor presidente.